Pesquisar neste blog

Mostrando postagens com marcador beacon. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador beacon. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Mina italiana garante segurança de trabalhadores



Mina italiana garante segurança de trabalhadores

Solução Bluetooth Low Energy (BLE) rastreia pessoas para garantir que nunca entrem nas proximidades de explosões programadas
Por Claire Swedberg
23 de janeiro de 2018 - A empresa de mineração europeia Sibelco está empregando a tecnologia Bluetooth Low Energy (BLE) em sua mina de quartzo na Itália, para assegurar que seus trabalhadores estejam fora de perigo quando detona explosivos. A solução consiste em gateways BLE em cada entrada e saída, beacons usados por mineiros e um software que emite alertas para a administração se alguém estiver perto de uma explosão programada. A BluEpyc forneceu a solução.
A BluEpyc é a unidade de negócios da empresa de tecnologia italiana Softwork Group, que se concentra em tecnologias sem fio, especialmente Bluetooth Low Energy. A outra unidade de negócios da empresa é a RFID Global by Softwork. A empresa de três anos fornece soluções BLE no que chama de maneira não convencional, pois emprega beacons móveis que transmitem dados para receptores (normalmente os beacons são fixos e usam um telefone celular como receptor). Isso explica Massimo Damiani, fundador e CTO da BluEpyc, fornece uma solução semelhante à RFID ativa, mas a um custo menor e com uma instalação mais simples.
 sistema empregado na mina da Sibelco garante que os trabalhadores possam ser automaticamente reconhecidos à medida que se movem dentro e fora da instalação, sem parar no portão, eliminando assim os atrasos relacionados à verificação de identificações e quaisquer erros potenciais. A Sibelco existe desde 1872, quando extraia areia de sílica de depósitos de Flandres para as empresas produtoras de vidro da Bélgica. A empresa agora opera mais de 200 sites de mineração em 40 países. Entre eles está a mina de quartzo, usado em produtos cerâmicos.
A BluEpyc instalou quatro gateways para detectar beacons BLE no local, dois em cada portão






sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Sistema híbrido controla acesso em escola mexicana



Sistema híbrido controla acesso em escola mexicana

A Escola Cervantes lançou uma solução Near Field Communication e Bluetooth Low Energy para gerenciar o ingresso de funcionários e alunos
Por Claire Swedberg
29 de setembro de 2017 - A Escola Cervantes, em Guadalajara, no México, lançou neste ano letivo um sistema híbrido com as tecnologias Near Field Communication (NFC) e Bluetooth Low Energy (BLE), para gerenciar os movimentos de alunos e funcionários em seu campus. A solução, fornecida pelo integrador mexicano Amcorp Security Group Mexico, utiliza tecnologia de controle de acesso sem fio da HID Global, conhecido como HID Mobile Access. O sistema consiste em cartões inteligentes iCLASS Sequins habilitados para NFC e aplicativos baseados em BLE para fornecer duas maneiras para que as pessoas apresentem suas credenciais.
Quando o sistema foi acionado, tornou a escola uma instituição modelo para outras escolas e organizações que procuram melhorar o controle de acesso e gerenciamento de segurança, diz Alejandro González González, diretor da escola secundária de Cervantes. A tecnologia permitiu que a escola assegure que os indivíduos não autorizados não possam entrar no campus e entender melhor quem está no local em qualquer momento e por quanto tempo.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Gelo inteligente avisa quando drink acaba

Gelo inteligente avisa quando drink acaba

Cubo de gelo de plástico contendo um beacon Bluetooth será testado pela Martini, pela segunda vez, no GP do Brasil de Fórmula 1

Por Claire Swedberg
11 de outubro de 2016 - Quando pediram bebidas no último GP da Itália de Fórmula (F1) em um bar operado pela empresa de bebidas Martini, os torcedores receberam a bebida com um cubo de gelo inteligente contendo um beacon Bluetooth e um sensor, que poderia tanto esfriar o líquido como encomendar o próximo drink automaticamente. O cubo de gelo inteligente da Martini (Smart Ice Cube), projetado e fornecido pela agência criativa AMV BBDO, detecta quando um copo está vazio e automaticamente dispara um pedido da bebida, ao mesmo tempo que permite localizar rapidamente o indivíduo cuja bebida requer substituição.
O sistema tem duas finalidades, diz Laila Mignoni, diretor de excelência criativa da Martini: economizar tempo dos consumidores em busca de um garçom e evitar filas no bar para fazer novos pedidos. Além disso, impede que os clientes bebam demais, pois o sistema foi projetado para oferecer apenas duas doses por pessoa.

Cada Smart Cube emite uma combinação única de cores de LED

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Empresa lança beacon de baixo custo



Empresas dos setores de saúde e aeroespacial já utilizam a solução da THINaër para rastrear itens e indivíduos e analisar os dados coletados
Por Claire Swedberg
25 de julho de 2016 - A THINaër, fornecedora de sistemas de localização em tempo real (RTLS) que empregam beacons Bluetooth com sensores embutidos, relata que diversos clientes estão testando suas soluções. As implantações envolvem beacons e receptores Bluetooth, juntamente com o software baseado em nuvem que fornece as análises necessárias para compreender o significado dos dados coletados.
A solução serve atualmente a empresas dos setores de saúde e aeroespacial, além de petróleo e gás. No entanto, a THINaër acredita que poderia utilizar a mesma solução em outros setores, como logística e varejo.

Nos hospitais, os beacons THINaër Bluetooth equipam cadeiras de rodas e outros ativos
A tecnologia da THINaër foi projetada para ser fácil de usar e de acessa, e com um custo inferior ao das soluções RTLS tradicionais que utilizam tecnologias RFID ativa ou Wi-Fi, ou que exigem software proprietário para gerenciar os dados coletados. Até agora, apenas um cliente do setor de saúde lançou uma implantação permanente da THINaër, para localizar ativos e, potencialmente, pessoal e pacientes, enquanto outras empresas ainda estão testando o sistema.
A THINaër faz etiquetas para beacons que vêm em uma variedade de formas e têm sensores de temperatura e umidade embutidos, de acordo com Bryan Merckling, CEO da empresa. Também faz o seu próprio aparelho de Wi-Fi para permitir a celulares receber dados transmitidos por beacons, sistema para o qual desenvolveu todo o hardware.
Os beacons, que têm uma vida útil de bateria de seis anos, fornecem atualizações de status em relação aos níveis de temperatura e humidade ou simplesmente transmitem um identificador único, se os sensores não estão sendo usados. Os receptores Cirrus da THINaër podem ser conectados a uma tomada de parede ou uma porta USB do PC, ou ainda utilizar a energia de uma bateria, para que possam ser anexados a paredes, tetos ou outras superfícies. Até agora, Merckling diz que a maioria das empresas usa os receptores conectados a computadores ou tomadas comuns.
Merckling, que foi diretor mundial de estratégia de software da IBM, fundou a THINaër como BlueKloud há 15 meses, para oferecer um solução que captura a localização e sensores de dados em tempo real e, em seguida, carrega para uma plataforma de software-as-a-service (SaaS) em seu próprio servidor, para permitir análises desses dados. A empresa de telecomunicações e gestão de dispositivos móveis Advantix comprou a BlueKloud em fevereiro de 2016 e, pouco depois, deu à empresa o seu nome atual.
A oferta da Advantix veio num momento em que a BlueKloud estava pronta para começar a testar seus produtos com os clientes, após cerca de um ano de desenvolvimento precoce. "Nós tínhamos chegado a um ponto no qual tínhamos de decidir se fazia sentido procurar capital de risco e investidores, ou encontrar um parceiro para aquisição", diz Merckling. Em última análise, observa, a BlueKloud e a Advantix concordaram com a aquisição.
"A Advantix tornou-se um ajuste perfeito", afirma Merckling. A vantagem para a THINaër, diz ele, é o acesso aos clientes da Advantix, garantido por dispositivos móveis e soluções baseadas em telecomunicações. "O fruto maduro para ROI é baseado em dados de localização, e a Advantix já sabe como ter essa conversa com os clientes".
A THINaër já implantou sua tecnologia em vários pilotos nos setores de saúde e aeroespacial. As instalações têm variado de pequenas alas hospitalares ao acompanhamento de 500 itens etiquetados ou milhares de itens através de uma instalação inteira.
A plataforma proprietária pode monitorar milhares de locais e milhões de beacons simultaneamente, garante Merckling, enquanto obtém dados adicionais. O resultado é o que a BlueKloud chama de "dados multi-estruturados" que se encaixam em três categorias: dados de proximidade estruturados (por exemplo, "Onde estão os meus bens, funcionários e estoque, e onde estiveram"), meta-dados estruturados ( "Qual é a temperatura atual e histórica e umidade de ativos e inventário, bem como os ciclos de manutenção e o último? ") e dados não estruturados. A última categoria inclui registos médicos, notas dos enfermeiros, registros de manutenção e avisos de dispositivo de recall capturados na internet e vinculados a dados de localização do sistema THINaër.
As empresas aeroespaciais, relata Merckling, estão empregando a tecnologia THINaër para rastrear a localização de peças de aeronaves que estão sendo montadas. Em implantações de cuidados de saúde, os receptores Cirrus estão instalados nos quartos dos pacientes e alguns corredores, com tags ligadas a ativos como cadeiras de rodas, camas ou equipamentos sw atendimento ao paciente.
"Por aprendizagem de máquina, a THINaër otimiza continuamente o sinal de transmissão das beacons com base em firewalls", diz Merckling. "A THINaër está continuamente testando o seu site e os ativos, juntamente com a forma como eles interagem com cada varredura".
Os hospitais podem então usar as informações de localização para saber não apenas onde o equipamento está localizado em tempo real, mas também a sua história, e podem começar a acompanhar tais detalhes como a forma de o equipamento ser utilizado, por quem e quando.
"O retorno do investimento está nas análises preditivas", afirma Merckling. "Ele permite que empresas, pela primeira vez, compreendam o verdadeiro custo dos processos. Esta informação nunca esteve disponível antes", observa, a menos que os usuários fossem capazes de investir em uma solução RTLS e na infraestrutura necessária para funcionar.
Os sistemas de localização em tempo real da THINaër são independentes de hardware, acrescenta Merckling, para que sejam usados com a tecnologia RFID, bem como, para situações em que alguns itens necessitam de uma etiqueta menos cara do que os beacons. Por exemplo, podem ser utilizadas para rastreamento ou aplicações de logística na cadeia de frio.
A empresa também desenvolvendo um beacon Bluetooth na forma de um adesivo que pode ser usado por pacientes. Nesse caso, Merckling explica, o adesivo poderia vir com um sensor de temperatura e ritmo cardíaco, e transmitir os dados para o servidor, a fim de monitorar o estado de saúde do paciente. Não há nenhuma data específica de lançamento ainda prevista para o patch, diz ele.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

4 tecnologias que vão transformar o varejo




Etiquetas inteligentes de RFID e realidade aumentada são duas delas - intuito é melhorar a experiência dos clientes e ajudar na estratégia de vendas.



Com o reflexo do mundo digital, que trouxe conceitos como a mobilidade e hiperconectividade, a tecnologia é crucial para garantir a competitividade e atrair clientes. Grandes varejistas já têm feito uso de ferramentas que otimizam processos e proporcionam ao público uma experiência de compra mais completa.
“O investimento vai desde tecnologias para agilizar o processo fabril até para atender às novas necessidades dos clientes, mais imediatistas e exigentes”, diz Cesar Ripari, Chief Technologist do segmento multi-indústria da HPE. A perspectiva é que, entre três e cinco anos, o varejo esteja transformado, baseado em tecnologias de inovação.
Ripari explica que a questão, agora, é dar os passos de acordo com a aceitação do consumidor – pois é ele quem dita o momento certo de adotar uma inovação. “Funciona como com as compras pela internet ou o pagamento de contas pelo celular, sistemas que no começo geraram desconfianças e algumas dúvidas e que, atualmente, são comuns para a maioria das pessoas”, explica.
Veja a seguir as quatro principais tendências tecnológicas para o varejo:
1. Etiquetas RFID
A tecnologia de RFID, embora não seja novidade, pretende substituir a já conhecida leitura do código de barra, que identifica qual é o produto e seu preço. Popularizada em sistemas como o de pagamento automático de pedágios, o RFID (acrônimo para Radio-Frequency Identification ou, em português, Identificação por Rádiofrequência), é um método de identificação por de sinais de rádio, capaz de armazenar dados. “É possível, por exemplo, ao término das compras no supermercado, fazer uma única leitura do carrinho e validar todos os produtos sem precisar passar item por item no caixa. Todos os itens serão validados de uma única vez.”, diz Ripari. Além de agilidade para o consumidor, ajuda o estabelecimento a controlar melhor o estoque, organiza o processo de logística com os fornecedores e permite o rastreamento de qualquer produto, já que cada item tem um código único. Outra vantagem, é identificar a curva de saída dos itens, garantindo mais assertividade no ciclo de recompras dos estoques.

2. Tecnologia Beacon

Um dos benefícios da tecnologia beacon é medir o fluxo de movimentação dentro do espaço físico do estabelecimento e informar em quais espaços as pessoas ficam mais e por quanto tempo. “Ela ajuda a direcionar as estratégias de marketing, como definir o melhor local para uma campanha e auxiliar na redefinição do layout do estabelecimento para estimular a compra de um produto pouco visado”, explica Ripari. De acordo com ele, dessa forma fica mais fácil entender o fluxo de pessoas e medir a taxa de conversão da loja (o que foi vendido). Como resultado, pode-se definir a melhor a estratégia para atrair o consumidor. É possível acompanhar os movimentos em relatórios diários ou painéis em tempo real.
3. Gôndola virtual
As gôndolas virtuais são painéis que simulam prateleiras, com imagens e preços de produtos. “A ideia é que as pessoas tenham acesso à informações de um determinado produto e comprar de qualquer lugar e a qualquer hora – em estações de metrô, pontos de ônibus ou mesmo em qualquer parede de empresas – apenas aproximando o visor de seu celular”, explica Ripari. Grandes supermercados já têm projetos nesse sentido, mas a tecnologia pode ser usada por empresas de todos os tamanhos e tipos.
4. Realidade Aumentada (RA)
A tecnologia de Realidade Aumentada permite que o mundo virtual seja misturado ao real, gerando mais interação e abrindo uma nova dimensão na maneira como as pessoas adquirem produtos. Por exemplo: é possível saber como uma roupa fica no corpo, apenas direcionando o celular a ela, como se fosse tirar uma foto. “Isso proporciona uma experiência mais completa. O consumidor consegue ver exatamente como um produto fica ou funciona e a compra é feita com mais certeza”, diz Ripari.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Citibank interage com clientes via beacon



O banco envia mensagens para aplicativos de correntistas, permitindo inclusive desbloquear portas de ATMs com seus smartphones
Por Mary Catherine O'Connor
17 de maio de 2016 - O Citibank, braço de varejo financeiro do Citi, está testando a tecnologia de beacon para atingir novas interações com seus clientes dentro e perto das agências bancárias, de acordo com Michael Anzola, vice-presidente de gerenciamento de produtos móveis do Citi. O Citibank lançou um programa piloto em Nova York em que beacons disparam mensagens para smartphones de seus clientes, permitindo usar seus telefones para desbloquear portas de ATMs, ao invés de ter de abri-las com cartões magnéticos. O Citi está trabalhando exclusivamente com a fabricante de beacons Gimbal.
O Citibank está instalando 300 beacons Gimbal em 10 agências de Manhatan. Até agora, metade foram instalados. Há 450.000 clientes Citibank em Nova York, Nova Jersey e Connecticut que são elegíveis a participar do piloto, embora os clientes elegíveis devam baixar o aplicativo móvel Citi e optar por receber avisos baseados em localização no aplicativo, a fim de utilizar os recursos.
O piloto está avaliando dois casos de uso principais, afirma Anzola, os quais funcionam apenas com telefones da Apple. Um caso de uso está servindo mensagens contextuais, através do aplicativo Citi, diretamente aos clientes enquanto estão dentro de uma filial. Usando beacons, o Citi pode continuamente determinar a localização de um cliente, através da comparação da intensidade do sinal de RF, que recebe o telefone de balizas dentro do banco. O servidor baseado em nuvem do Citi recebe esses dados e também mede o tempo de espera de um cliente para determinar se envia uma notificação. Anzola diz que as notificações são destinadas tanto para avisar o cliente sobre uma oferta especial, como para reduzir o seu tempo de espera. "A mensagem é sempre contextualmente relevante", afirma.
Por exemplo, se um cliente usa o aplicativo na fila por um tempo anormalmente longo, pode receber uma notificação sobre os serviços, tais como casa de câmbio, que podem ser realizados sem ter que esperar na fila de caixa. Por outro lado, se o usuário tiver uma conta Citigold, que fornece serviços financeiros especiais, o aplicativo pode enviar um aviso quando esse cliente estiver em um local com um service desk Citigold dedicado.
O outro caso de uso, que permite que os clientes desbloqueiem a porta de um hall de entrada de ATM seguro, depende de uma baliza instalada na entrada do lobby que está sintonizada para detectar o telefone de um usuário quando ele ou ela estiver em pé perto da porta, explica Brian Dunphy, VP sênior de desenvolvimento de negócios e parcerias estratégicas. Quando o telefone recebe um ping do beacon, que solicita ao usuário para abrir a porta tocando sua tela de telefone ou (se aplicável) da Apple Watch. A esperança é que por não tenha que passar o leitor de tarja magnética para abrir a porta, acessando o ATM mais rapidamente e sem problemas.
Todos os 300 beacons que estão sendo implantados neste piloto ainda não tem um uma data final de implantação definida. O Citi quer implantá-los para transmitir um único número de identificação criptografado, um recurso projetado para impedir que terceiros clonem os beacons. O Citi está empregando o kit de desenvolvimento de software da Gimbal que permite estimar a localização dos clientes, dentro do banco, bem como seus tempos de permanência.
Além disso, o Citi está conduzindo outros pilotos para testar o uso de varredura da íris (biometria) para a autenticação de clientes de serviços bancários em máquinas ATM, e software de reconhecimento de voz que faz o mesmo para transações baseadas em telefone.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Taggen está desenvolvendo o primeiro beacon com tecnologia 100% nacional em parceria com o CPqD em Campinas


Taggen está desenvolvendo o primeiro beacon com tecnologia 100% nacional em parceria com o CPqD em Campinas
Desenvolvido em parceria com a Taggen, em Campinas, o dispositivo tem previsão de lançamento em setembro
Um beacon – dispositivo que transmite informações de identificação via Bluetooth – tem papel fundamental na evolução da Internet das Coisas, por permitir a troca de informações entre os mais diversos objetos. E o beacon que está sendo desenvolvido pela Unidade EMBRAPII CPqD com a Taggen – empresa especializada em projetos e soluções baseadas na tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) – tem tecnologia 100% nacional e algumas funcionalidades inovadoras, não disponíveis nos produtos já existentes no mercado.
“Será uma grande conquista para o país” afirma Mário Prado, diretor de tecnologia da Taggen. “As vantagens são enormes, como o custo mais acessível, até 50% menor que o do importado, e a comunicação via protocolo aberto, padrão Bluetooth”. O objetivo, segundo ele, é desenvolver uma plataforma de serviços utilizando a tecnologia de beacons.
Desenvolvidos em Campinas, os beacons sairão de fábrica com a homologação da Anatel. Inicialmente, emitirão dados que permitirão a criação de aplicações de rastreabilidade, com foco principalmente nas áreas de logística e marketing. Na etapa seguinte os dispositivos já serão integrados a sensores, de modo que, junto com a identificação, possam transmitir mais algum tipo de informação, por exemplo, de temperatura, velocidade, pressão, altitude e luminosidade – o que vai ampliar o leque de aplicações.
Os beacons utilizam a tecnologia Bluetooth Low Energy para detectar a proximidade de outros dispositivos (também Bluetooth) e transmitir um número identificador único. “A comunicação com smartphones, por exemplo, abre a possibilidade de inúmeras aplicações para essa tecnologia, que é uma das habilitadoras do conceito de Internet das Coisas (IoT)”, enfatiza Alberto Pacifico, da Gerência de Desenvolvimento de Dispositivos e Sensores do CPqD.
Além da produção dos beacons, que já possuem uma enorme demanda reprimida no país, a Unidade EMBRAPII CPqD e a Taggen oferecerão suporte técnico e tecnológico às empresas brasileiras, tanto em software quanto em serviços, para os mais diversos bens e produtos. “Tudo isso ainda é muito novo”, explica Werter Padilha, diretor de estratégia da Taggen. “Por isso, é fundamental oferecermos todo o suporte necessário para quem tiver interesse em avançar rapidamente na direção de IoT, a começar com os beacons.”
Para mais informações entre em contato enviando uma mensagem nesta página ou pelo email comercial @ taggen.com.br

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Beacon atrai jardineiros para evento


Beacon atrai jardineiros para evento


Consumidores foram atraídos a cabines de exibição de produtos, ganharam cupons para ofertas especiais e concorreram a prêmios
Por Claire Swedberg
2 de maio de 2016 - Na feira Connecticut Flower and Garden Show, realizada nos Estados Unidos de 18 a 21 de fevereiro, os visitantes tiveram a chance de receber ofertas especiais e, possivelmente, ganhar um prêmio, graças a uma solução com beacons Bluetooth Low Energy (BLE) fornecida pela agência de publicidade Sunrise Marketing. A implantação de beacons, patrocinada pela Prides Corner Farms, foi criada com a intenção de chamar a atenção dos consumidores para as cabines de varejo que vendem produtos direto do fornecedor.
A solução consistiu em Kontakt.io Smart Beacons instalados perto de 22 estandes de exposição, bem como um app de cliente da CT Flower Show, rodando em plataforma de software Sunrise Marketing epunched. Os participantes podem baixar o aplicativo para smartphone iOS ou Android e usá-lo em pelo menos 10 locais com beacons, a fim de se qualificar para ganhar um prêmio de US$ 1.000 em plantas.
Para fazer o check-in, os participantes colocaram seus smartphones perto dos beacons Kontakt.io ligados a vários locais da feira
Os beacons foram instalados em cabines de varejistas e exposições de paisagismo localizadas em toda a feira. Quando um visitante fazia check-in em um estande, colocando o smartphone perto de um beacon, o app do CT Flower Show permitia a exibição de informações sobre produtos e fazendas.
Durante o evento, 125 expositores apresentaram produtos. O viveiro Prides Corner Farms decidiu patrocinar o aplicativo e o uso de beacons em cada um desses locais de estande, a fim de atrair a atenção dos participantes e fornecer conteúdo sobre seus produtos.
"Nós estávamos interessados na tecnologia", diz Tim Kane, gerente de marketing da Prides Corner Farms. "Também queríamos apoiar o show e nossos clientes que estavam exibindo". Ao fornecer a tecnologia, diz ele, o sistema tornou o show mais atraente aos participantes, além de levantar as vendas que beneficiaram os fornecedores de estande, assim como organizadores do show.
Obter as informações corretas para os consumidores tinha sido um desafio em shows anteriores, lembra Kane. "Nós usamos sinais, mas a adição de beacons permite-nos fornecer informações adicionais através de links da Web e vídeos".
O viveiro contratou a Sunrise Marketing para instalar as beacons e conteúdo sob medida para cada expositor com base em produtos específicos do expositor.
Ao todo, milhares de pessoas participaram do show. Durante o evento de quatro dias, 828 indivíduos baixaram o aplicativo e os beacons desencadearam a entrega de conteúdo informativo aos smartphones, pelo menos 6.000 vezes, com mais de 800 ofertas especiais resgatadas. Além disso, diz Kurt Fromherz, fundador e proprietário do Sunrise Marketing, as exposições usando o aplicativo tiveram maior tráfego do que as cabines que não o fizeram. Um total de 285 usuários concorreram ao prêmio, visitando pelo menos 10 sinais de check-in.
Para participar do sistema, os visitantes tinham de usar uma tela de toque instalada na entrada, para inserir seu número de telefone celular. O software epunched usou esse número para enviar um link por mensagem de texto para o visitante então usar baixar o app CT Flower Show 2016. Depois, o usuário era convidado para o check-in, colocando seu telefone perto de outras beacons montadas no "check in" sinais instalados em todo o espaço do evento.
O app CT Flower Show manteve o controle do número de check-ins de cada participante visitado
O usuário colocava o telefone perto do beacon e o telefone capturava o número de identificação desse beacon, fazendo com que o aplicativo adicionasse um crédito de check-in para a conta do indivíduo. Ao mesmo tempo, o aplicativo entregava mensagens que promoviam plantas e ofertas especiais.
"Nosso público provou ser muito mais interessado em novas tecnologias do que esperávamos", afirma Fromherz. Como resultado do evento de quatro dias, diz ele, a Sunrise Marketing pretende expandir a solução para o show de 2017.
Entretanto, relata Fromherz, a empresa planeja oferecer beacons gratuitos aos seus clientes de varejo, para uso com o aplicativo de fidelidade do cliente com base em epunched personalizado para que revendedor. Quando os varejistas implantam beacons e app em suas lojas, explica, "os atacadistas podem ter uma interação direta com os consumidores, beneficiando os varejistas".

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Startup cria sistema IoT com uso de drones



Solução de empresa brasileira realiza rastreamento, inventário e localização de produtos por meio de leitor RFID e sensores acoplados a um veículo aéreo não tripulado
Por Edson Perin
29 de abril de 2016 - A startup brasileira SmartX acaba de anunciar uma inovação no segmento de soluções empresariais com base na tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) passiva e ativa. Por meio do uso de drones ou UAV (do inglês, unmanned aerial vehicle ou veículo aéreo não tripulado), em parceria com a empresa norte-americana Skyfire Drones, a SmartX tornou possível o desenvolvimento da ferramenta voadora de rastreamento, localização, captura de dados telemétricos e controle de inventário em grandes áreas, inclusive ao ar livre.
A solução Drone SmartX pretende tornar o uso de drones acessível aos usuários corporativos, permitindo conectar tags RFID, sensores e/ou beacons Bluetooth Low Enegy (BLE) diretamente à plataforma da startup brasileira, que opera em nuvem.
Carlos Ribeiro, com o drone que lê tags RFID e beacons: pronto para rastreamento e localização em grandes áreas, inclusive ao ar livre
“A plataforma UAV SmartX Hub recolhe dados de ativos de várias fontes, tais como beacons ou tags passivas UHF, GPS ou sensores, e transforma esses dados em processos de negócios automatizados na nossa plataforma de software”, explica Carlos Ribeiro, sócio-fundador da SmartX e que hoje dirige a filial da empresa em Orlando, nos Estados Unidos.
“Nós exploramos as inovações tecnológicas dos drones para implantar soluções de Internet das Coisas [IoT]”, explica Ribeiro. “Nossa plataforma foca em robôs móveis que interagem com tags para executar tarefas, tais como: sensores de umidade do solo, monitoramento remoto de safras, infraestrutura, qualidade da água etc.”.
A SmartX pretende disponibilizar a solução para uma ampla gama de setores, incluindo petróleo e gás, agricultura, transportes, governo, energia e manufatura. “Nossas soluções de software e de hardware estão na vanguarda da tecnologia UAV”, garante Ribeiro. “O objetivo é oferecer, em tempo real, localização, condição e eventos relevantes para os negócios”.
De acordo com Matt Sloane, diretor da Skyfire, a primeira parte do projeto foi executar a contagem física dos objetos e sua localização por GPS e, a partir disto, gerar a visibilidade e a automação dos drones.
“Como exemplo”, diz Sloane, “a partir de um voo de drones, o sistema pode automaticamente detectar visitantes em zonas não autorizadas e tocar alarmes de segurança ou verificar o tempo de permanência de um caminhão em uma determinada área”. “Assim”, acrescenta, “o drone se comporta como o novo chefe e aumenta o SLA [Service Level Agreement ou acordo de nível de serviços] com a automatização da coleta de dados por via aérea”.

segunda-feira, 14 de março de 2016

An ad that allows parents to monitor the distance from their children on the beach.


Em breve a solução MyChildren estará em todo o Brasil - Veja o vídeo

An ad that allows parents to monitor the distance from their children on the beach.


terça-feira, 8 de março de 2016

Etiqueta eletrônica interage com compradores

Etiqueta eletrônica interage com compradores


O novo visor de prateleira emprega tecnologia de beacon e fornece informações tanto a clientes como trabalhadores, inclusive sobre o movimento na loja
Por Claire Swedberg - Fonte: RFID Journal Brasil
A Displaydata lançou uma etiqueta eletrônica de prateleira (ESL, do inglês, “electronic shelf label”), conhecida como Aura 29 BLE, que permitirá que os varejistas gerenciem preços remotamente e também criem cupons de desconto e ofertas promocionais para os clientes com base em sua localização, graças a um beacon Bluetooth Low Energy (BLE), integrado ao seu novo visor de prateleira.
A empresa baseada no Reino Unido diz que é a maior fornecedora de etiquetas eletrônicas e gráficas de prateleiras, com tecnologia eletroforética de display (EPD) para mostrar informações sobre produtos do varejo. Cada etiqueta recebe atualizações de dados enviadas pelo Dynamic Communicator da empresa, de acordo com Paul Milner, diretor de marketing global da Displaydata.
O beacon BLE da etiqueta de prateleira eletrônica Aura 29 pode ser usado para fornecer conteúdo relacionado ao produto exposto na prateleira
A Displaydata lançou o Aura 29 BLE como um meio de oferecer ambas as tecnologias ESL e beacon em um único produto. "Os beacons BLE são outra maneira de começar a interagir com os clientes", afirma Milner.
Um varejista utilizando as etiquetas Aura 29 BLE que, na maioria dos casos, integram a funcionalidade BLE no próprio app, só precisam que os clientes baixem o seu aplicativo em um smartphone ou tablet Android ou iOS. O telefone passa então a receber sinais de cada etiqueta eletrônica de prateleira, que tem um número de identificação único. O software de gestão de conteúdo da Displaydata, conhecido como Dynamic Central, monitora os níveis de bateria, roda exames de desempenho, ligam ou desligam os beacons e executam outras funções também.
Quando um cliente se move pela loja, o seu smartphone ou tablet recebe o ID transmitida por cada beacon ESL localizado nos corredores em que a pessoa atravessa. O aplicativo, então, exibe conteúdo relacionado a um determinado produto, tais como cupons, promoções, informações de produtos, comentários ou sugestões sobre outros bens - ou receitas - que podem ser relacionados a esse item.
Além disso, um aplicativo poderia ser usado para wayfinding. Ao entrar na loja, um cliente poderia introduzir o produto que procura no app do varejista e, então, ser direcionado para esse item com base na sua localização. O próprio software do varejista usaria a tecnologia de beacon para identificar onde esse cliente foi localizado dentro da loja.
A etiqueta habilitada para BLE também poderia ser útil para os funcionários da loja, que podem registrar em seu próprio aplicativo específico de trabalhador da loja e ver as prateleiras nas quais os produtos específicos estão localizados. Desta forma, poderiam mais facilmente realizar o repovoamento ou inventário.
Ao usar a função beacon BLE do ESL, relata Milner, as lojas podem também acompanhar os movimentos dos compradores que usam o aplicativo, bem como determinar quanto tempo permaneceram em um local em particular. O software de análise pode exibir uma imagem da loja, com um mapa de calor que mostra as os pontos quentes (áreas de alto tráfego), com base no que o sistema detectou.
Com ou sem a funcionalidade beacon, todos os ESLs da Displaydata recebem sinais de RF bidirecionais transmitidos pelo comunicador dinâmico com uma frequência inferior a 1 GHz. Os comunicadores podem ser facilmente instalados, necessitando apenas de uma conexão de Power-over-Ethernet (PoE).
O software de gestão de conteúdo da Displaydata pode ser usado para atualizar dados de preços dos rótulos e, em seguida, armazenar a informação e encaminhar para comunicadores nas lojas. Desta forma, um varejista com várias lojas pode atualizar os preços em todos os locais ao mesmo tempo ou selecionar lojas específicas para alterações de preços.
Os rótulos podem ser alterados várias vezes ao dia. As baterias nos rótulos são projetadas para durar três anos, se os rótulos forem alterados até três vezes dentro de um período de 24 horas.
A Coop Dinamarca, que opera várias cadeias de varejo no Reino Unido, está usando ESLs da Displaydata em 180 de suas lojas como uma alternativa para as etiquetas de papel. A loja informou que os rótulos reduziram a incidência de erros de preços resultantes de etiquetas de papel, ao mesmo tempo, permitiram alterações de preços mais frequentes e custos trabalhistas reduzidos.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Beacon - Brascol facilita disponibilidade de produtos

Brascol facilita disponibilidade de produtos


Com base na tecnologia Bluetooth Low Energy (BLE), a companhia divulga promoções em tablets de vendedoras e, brevemente, também em smartphones de clientes
Por Edson Perin
4 de fevereiro de 2016 - A atacadista de moda infanto-juvenil Brascol, localizada no bairro do Brás, em São Paulo (SP), e considerada o segundo maior caso de sucesso no uso de identificação por radiofrequência (RFID) no mundo, continua o processo de inovar com tecnologia. Desta vez, a empresa está adotando beacons (tags ativas) de Bluetooth Low Energy (BLE), da EM Microelectronic, para tornar os produtos mais disponíveis para os seus clientes.
O caso de sucesso da Brascol envolvendo o controle de seus estoques e vendas, por meio de tags passivas de RFID UHF, tornou-se internacionalmente reconhecido após apresentações nos RFID Journal LIVE! do Brasil e dos Estados Unidos (leia mais em Uma potente ferramenta de... marketing – sim! e Brascol investe no controle de estoque eficiente).
Ana Verúcia, gerente de vendas da Brascol, mostra o tablet que recebe as promoções por andar e todas as novidades de lançamentos de produtos que entraram na loja, enviadas via Bluetooth Low Energy (BLE) pelos beacons; à direita, destaque da tela do tablet
Agora, a companhia dá mais um passo rumo ao futuro com a implantação de beacons para ajudar as vendedoras a localizar os produtos em promoção dentro da loja de três andares. “Hoje, são cinco beacons por andar”, explica Sérgio Gambim, diretor executivo da iTag Etiquetas Inteligentes, empresa desenvolvedora e integradora da tecnologia. “Os beacons estão em lugares estratégicos de cada departamento, onde a gente consegue localizar as ofertas em meio aos mais de 45 mil itens à venda”.
Segundo Gambim, por meio dos beacons, o cliente recebe as informações das vendedoras – pessoalmente ou até pelo app Whatsapp – sobre os produtos em promoção. “O setor escolhe as mercadorias que terão condições especiais e a equipe que administra os beacons cria a imagem com os preços antigo e o com desconto para expor nos tablets das vendedoras.
Antonio Almeida, superintendente da Brascol, diz que as vendedoras estão realizando vendas agregadas, graças à nova tecnologia. “Um equipamento deste suporta uma venda extra e as vendedoras têm isso como um assistente tecnológico”, explica. “Queremos avançar o sistema para uso de um app que estará disponível para os próprios compradores”.
Almeida acredita que o processo de uso intensivo de tecnologia na Brascol está permitindo uma predisposição maior dos clientes para aceitarem a venda por processos tecnológicos. “Tudo o que formos fazer comercialmente, desde lançamentos de produtos ou uma promoção, envolve compras, marketing etc. E o material é produzido por nós e atualizado nos tablets. Esse material fica disponível para a abordagem dos clientes”, destaca Almeida.
O sistema está em operação há dois meses, com apenas dois tablets ainda, embora o objetivo seja disponibilizar o dispositivo para cada uma das mais de 80 vendedoras da loja de atacado. “Pelo que as vendedoras têm falado, a tecnologia está ajudando a localizar os itens em promoção, além de dar mais foco em nosso consumidor”, afirma Almeida, lembrando que os clientes da Brascol são lojistas que têm pouco tempo para comprar e voltar para suas cidades de origem.
Gambim diz que está fazendo o trabalho de divulgar as promoções para os clientes da Brascol. “Queremos informar melhor o cliente quando entra ou sai da loja. Em breve, vamos colocar a informação na versão para Android, que terá um QR Code no caixa para baixar o app”, completando que a melhoria do atendimento é a meta.
“Em uma empresa deste tamanho”, relata Gambim, se referindo ao gigantismo da Brascol, “torna-se impossível comunicar as mais de 80 vendedoras, uma por uma, sobre tudo o que está em promoção”. Com a solução da iTag, a vendedora recebe as informações do beacon sobre as promoções mais recentes em seu tablet.
Na Brascol, cada vendedora aprende o tipo de produto que cada cliente vem buscar na loja. “Na terceira ou quarta visita à Brascol, o cliente já procura a vendedora pelo nome”, informa Gambim. “Ela recebe as informações sobre todos os itens em promoção. Por isso, as telas precisam ser fáceis de navegar, muito amigáveis, para ajudar as vendedoras a realizar o trabalho”.
Otimizar o tempo de compra está entre os objetivos do projeto. Mas, além disso, mostrar para o cliente o que você tem na loja para ele. “A vendedora nem sempre sabe o que tem. Disponibilizar os produtos novos e ofertar o que tem para promoção ficou mais fácil”, defende Gambim.
Ana Verúcia, gerente de vendas da Brascol, afirma que, com o tablet, “a gente localiza os produtos em promoção, como os do bota fora, que estão aqui também”. Ana diz que, antes de chegar na área de vendas, um comprador pode ser avisado sobre os produtos em promoção. “O tempo do cliente é reduzido. A tecnologia é para facilitar a rapidez. Estamos com dois tablets em teste e já realizamos vendas apenas mostrando produtos pela tela”.
Segundo Ana, muitos clientes querem usar os aparelhos e perguntam quando poderão ter seus próprios tablets para consultar as promoções da loja. “Em breve, o app da Brascol permitirá aos compradores fazer estas consultas online em seus próprios smartphone”, antecipa Ana.
“O que é legal do tablet é que há promoções em outros andares. Além disso, antes de ir ao setor de vendas, eu já apresento os produtos para o comprador. Não é só para o comprador interno, porque posso mandar informações por Whatsapp, por exemplo”, ressalta Ana. “O pedido pode ser feito aqui mesmo no tablete e, em seguida, vai se encontrar com o cliente no próprio caixa de pagamento”.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Com o uso de Beacons a Panvista rastreia tráfego em eventos e baladas

A solução Analytics 360 da empresa usa beacons Bluetooth a bateria e foi projetada para ser fácil e barata para instalar e operar
Por Claire Swedberg - RFID Journal Brasil
A Panvista, empresa de telefonia móvel e de inteligência com sede em Toronto, no Canadá, está fornecendo uma solução que usa beacons Bluetooth Low Energy (BLE) para ajudar expositores em feiras a identificar onde as pessoas estão e quanto tempo gastam em determinadas áreas. O sistema, conhecido como Analytics 360, ajuda expositores a melhor compreender os seus visitantes e permite que os organizadores do evento gerem receitas adicionais pelo melhor planejamento e precificação dos estandes, com base no fluxo de tráfego.
A solução Analytics 360 vem em duas versões, cada uma empregando beacons Bluetooth. Um usa beacons Bluetooth na forma de crachás inteligentes usados pelos participantes, bem como a instalação de sensores movidos a bateria Bluetooth (receptores) para habilitar o software Panvista, que identifica os locais desses indivíduos. Uma segunda versão envolve um aplicativo móvel rodando em smartphones habilitados para Bluetooth, juntamente com a instalação de beacons Bluetooth no chão para identificar a localização de cada visitante.
Relatório estande por estande
A empresa foi criada há sete anos para oferecer aplicativos que ajudem feiras e expositores a compartilhar conteúdo com seus visitantes. Cerca de dois anos e meio atrás, diz Andrew Echenberg, presidente da Panvista, os clientes começaram a fazer perguntas sobre o que mais um aplicativo poderia fazer. Eles procuraram conhecer não só quanta atividade havia em um aplicativo, mas também dados físicos relacionados com a localização de um usuário de aplicativo, a fim de ajudá-los a identificar os participantes. Essas empresas queriam uma maneira de saber o quanto melhorar o posicionamento e quais oportunidades de negócios estavam disponíveis. Muitas vezes, uma feira comércial é composta por centenas de milhares de metros quadrados com milhares de participantes e saber qual espaço está sendo usado é quase impossível.
Muitas empresas utilizam o Google Analytics ou serviços semelhantes para rastrear e relatar o tráfego do site. O objetivo da Panvista era encontrar uma maneira de levar esse tipo de análise para o mundo físico, explica Echenberg, acrescentando que o Analytics 360 destina-se a ajudar feiras e expositores. "Nossa premissa era uma tecnologia que abordasse as questões que não estavam sendo respondidas", afirma.
Heatmap report mostra concentração de pessoas
A empresa concluiu que uma tag passiva UHF e leitores RFID forneciam uma solução limitada. Os leitores poderiam ser instalados em locais-chave, como portas, para ler tags em crachás de identificação dos participantes, a fim de controlar a forma como muitas pessoas passam por uma área e quando isso ocorreu. No entanto, os dados recolhidos seriam limitados a áreas onde foram instalados os interrogadores e os leitores mesmos caros, assim como a instalação desses dispositivos.
Os dados baseados em beacon podem ser adquiridos de modo menos dispendioso, afirma Echenberg. No entanto, usar aplicativos móveis para coletar dados tem suas limitações, pois isso requer que os usuários primeiro baixem o aplicativo e ativem a funcionalidade Bluetooth do seu smartphone. Esses requisitos, observa ele, reduzem o percentual de participantes que utilizam o sistema.
Portanto, a Panvista desenvolveu uma solução alternativa que envolve o uso de um beacon BLE incorporado num emblema inteligente entregue a cada participante. Neste caso, ao se inscrever para o evento, um participante forneceria dados pessoais, incluindo a sua empresa, cargo e interesses. Esta informação pode então ser armazenada juntamente com o número de identificação do beacon Bluetooth no crachá inteligente da pessoa.
Quando o indivíduo caminha pelo evento, os sensores-receptores Bluetooth da Panvista instalados em vários locais permitem que o sistema rastreie automaticamente a pessoa, sua localização e tempo de permanência em cada local. Estes dados podem ajudar os expositores e organizadores de feiras a entender seus participantes.
Lead-list report
A solução Analytics 360 também vem na versão baseada em aplicativo mais tradicional BLE. Neste caso, mostra ao expositor e organizador apenas a colocação de alguns beacons movidos a bateria em torno de áreas de interesse. Fabricados no Canadá pela Panvista, os beacons são baratos, diz Echenberg. Seis ou sete são normalmente necessários para cobrir um salão de exposições 10.000 metros quadrados e uma instalação desta custaria US$ 5.000, nos Estados Unidos ou Canadá.
Em qualquer cenário, Echenberg diz que a implantação é bastante simples. Um expositor poderia acessar o software Analytics 360 em um servidor baseado em nuvem, criar um mapa de suas instalações e, em seguida, colocar sinalizadores ou sensores Bluetooth em torno do assoalho, indicando no software onde eles estão sendo instalados clicando no mapa.
Relatório de fluxo de tráfego

terça-feira, 26 de janeiro de 2016