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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Pequenos drones podem ler etiquetas RFID



Pequenos drones podem ler etiquetas RFID

O MIT desenvolveu um sistema RFID que permite aos usuários capturar dados de etiquetas em ambientes fechados com um pequeno drone
Por Claire Swedberg
11 de setembro de 2017 - Nos últimos anos, os drones habilitados para RFID foram implantados para rastrear inventário e recursos em locais de armazenamento e áreas externas em todos os Estados Unidos e em todo o mundo. As configurações internas, no entanto, representam alguns desafios. Os leitores RFID podem ser pesados para exigir um grande drone para carregá-los, enquanto os grandes drones nem sempre são ágeis ou seguros para áreas internas. Mas há valor no uso de drones no interior - em grandes armazéns e centros de distribuição, por exemplo - diz Fadel Adib, professora assistente do MIT e pesquisadora do MIT Media Lab.
Por essa razão, o MIT Media Lab desenvolveu um sistema de leitura de etiquetas RFID UHF conhecido como RFly que mantém o leitor RFID no chão, ao implantar relés para capturar o sinal de RF do leitor, encaminhá-lo para tags e as respostas das tags para o leitor. O sistema permite que os drones pequenos e leves operem em um ambiente grande, voando sobre itens etiquetados para capturar números de identificação e fornecer os locais onde estão as tags.
Pesquisadores do MIT desenvolveram um sistema que permite que drones pequenos, seguros e aéreos leiam etiquetas RFID em grandes armazéns a uma distância de vários metros






quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Plataforma para gestão de ativos acelera inventários com uso de RFID

Lançamento da NEXXTO, o software corporativo ATIVIS pode reduzir em até 99% o tempo gasto por áreas de contabilidade e controladoria

Fonte: http://computerworld.com.br

rfid tag
NEXXTO, empresa brasileira especializada em soluções corporativas de IoT (Internet das Coisas),está lançando uma nova plataforma de gestão de ativos para o mercado corporativo que usa recursos de RFID para acelerar o trabalho das áreas de contabilidade, finanças e controladoria.
A plataforma de software ATIVIS automatiza e agiliza processos importantes para a gestão e controle de ativos patrimoniais imobilizados, como a realização e conferência de inventários e atualização desses dados nos sistemas de gestão, usando a tecnologia de rádio como elemento acelerador.
A tecnologia de RFID (Radio-Frequency IDentification), empregada na plataforma, identifica automaticamente itens e objetos à distância, sem fio, por meio dos sinais de radiofrequência. Após uma simples leitura recuperam-se as informações previamente armazenadas em etiquetas, ou tags, método que, segundo a empresa, diminui consideravelmente o tempo para a catalogação, identificação e localização de um ativo móvel.
A chegada da ATIVIS ao mercado é uma boa notícia para os CFOs e Controllers. Considerando o endurecimento das normas contábeis e das regras do SPED se consolidando no país, é um momento bastante oportuno para as empresas reavaliarem seus processos atuais e garantirem que estão adequadas para evitarem surpresas no futuro”, diz o responsável por marketing e vendas da NEXXTO, Lucas Almeida
“O ATIVIS faz leituras automáticas com agilidade na identificação porque os sinais de rádio são interceptados por um leitor até 5 metros distante da etiqueta RFID, capaz de localizar centenas de ativos por segundo”, descreve.
A solução é acessível por meio de uma aplicação web para a gestão dos ativos e tudo fica hospedado em nuvem, com a possibilidade de acesso à todas as informações em uma plataforma mobile desenhada para dispositivos móveis. Além disso a plataforma é integrável,aos principais softwares de gestão do mercado.
Entre os principais benefícios, Antônio Rossini, CEO da NEXXTO, aponta a visibilidade dos ativos, a redução no tempo de realização e a conciliação do inventário patrimonial. “O ATIVIS é capaz de diminuir até 99% do tempo que uma organização gasta checando a localização de seus ativos. Com ela também é possível reduzir e até eliminar as sobras físicas e contábeis, a depreciação em centros de custos incorretos e, claro, reduzir o extravio ou a perda de ativos com informações confiáveis e transmitidas em tempo real”.